Leona Lewis

Bio

LEONA LEWIS
Spirit
De tempos a tempos, aparece um artista cujo talento é tão absoluto que consegue inspirar todos que com ele se cruzam. A britânica Leona Lewis é esse tipo de artista. Com uma beleza impressionante, mas com uma personalidade terra a terra e uma voz enorme, tomou de assalto o Reino Unido, onde o seu trabalho de estreia Spirit entrou directo para o número um do top musical, e se tornou no álbum de estreia mais vendido no Reino Unido de todos os tempos.
O primeiro single de Spirit “Bleeding Love” co-escrito e produzido pelo homem forte dos OneRepublic Ryan “Alias” Tedder, esteve em primeiro lugar durante sete semanas, e o álbum vendeu mais de um milhão de cópias no Reino Unido em apenas 5 semanas. Em 2008 Leona recebeu 4 prestigiantes nomeações para os Brit Awards, o equivalente Inglês dos Grammy. Em Março de 2008, Spirit tinha ultrapassado 2,5 milhões de vendas e chegado ao primeiro lugar das tabelas na Alemanha, Suíça, Áustria, Austrália e nova Zelândia.
O mercado americano recebeu Spirit em Abril de 2008. A performance de Leona e o seu single “Bleeding Love” tornou-se rapidamente num dos mais tocados e pedidos temas do Top 40.
Leona conseguiu o convite para o show de Oprah, para lá de ser convidada para o programa “Discover and Download” da MTV, assim como para o “You Oughta Know” do VH1.
Os seus fãs no Reino Unido viram o ascender de Leona Lewis ao estrelato, todas as semanas no programa “The X Factor”, produzido por Simon Cowell, que também é um dos juízes. Leona ganhou a competição em 2006, espantando o extremamente crítico Cowell que disse ”Acho que ela é uma das melhores cantoras que ouvi neste país há muito, muito tempo”.
Reconhecendo o potencial de estrela Pop, Cowell ligou ao lendário executivo musical e fundador da J Records e disse-lhe: “Podes ter a próxima Whitney Houston nas mãos”. Pela primeira vez, os dois uniram-se e Lewis assinou pela J Records/SyCo Music (a Joint venture de Cowell com a Sony BMG). “Fiquei imediatamente siderado pelo alcance, versatilidade e pura beleza da sua voz” disse Davis. “Ela é uma artista que será uma estrela por muitos mais anos”.
Davis e Cowell garantiram a qualidade do trabalho ao apresentar Lewis a uma equipa de estrelas, de forma a explorar ao máximo o seu potencial enquanto cantora, incluindo Tedder, e os compositores e produtores Akon (Gwen Stefani, T-Pain), Ne-Yo (Rihanna, Beyoncé, J.R. Rotem (Britney Spears, Sean Kingston), Max Martin (Kelly Clarkson, Britney Spears) e Lukasz “Dr. Luke” Gottwald (Kelly Clarkson, Avril Lavigne).
“Foi um desafio trabalhar com pessoas tão famosas”, admite Lewis, “mas dera-me toda a sua atenção e o seu melhor.
Foram todos muito acessíveis e aprendi algo diferente com cada um deles”.
Para Leona Lewis, fazer um álbum a solo foi a oportunidade de concretizar um sonho que tinha desde os 5 anos, quando os seus pais (o pai é da Guiana Francesa, a mãe é Galesa) a inscreveram na prestigiada Sylvia Young Theatre School. Lewis, frequentando depois a academia de artes The BRIT School, onde aprendeu a dominar os seus talentos de cantora e produtora.
Encorajada por vencer vários concursos de talento enquanto adolescente, deixou a escola e teve vários trabalhos em part-time “incluindo servir à mesa numa Pizza Hut, para ganhar dinheiro e conseguir comprar tempo em estúdio”, diz Lewis, “fazer música sempre foi a minha paixão, ser uma cantora e compositora”.
Em 2006, Lewis foi às audições do “The X Factor” que ganhou em 16 de Dezembro.
O seu primeiro single bateu um record mundial ao ser descarregado 50.000 vezes em 30 minutos e, depois, vendendo mais que o resto do Top 40 Inglês todo somado.
A Leonamania tomou conta da Grã-Bretanha.
Agora Leona espera fazer o mesmo nos Estados Unidos. “Eu queria fazer um álbum que fosse totalmente aquilo que sou”, diz Leona, “Cada canção é sobre coisas que vivi, ou que alguém perto de mim viveu. As letras reflectem temas que verdadeiramente me apaixonam. Tenho de me colocar dentro da canção para que ela seja verdadeira para mim. Se não a sinto como verdadeira, também mais ninguém a vai sentir”.
Na realidade, a paixão de Lewis por cantar sente-se com força e intensidade. “O meu amor pela música não é a minha principal motivação enquanto artista”, afirma, “descobri que com a nossa música podemos ajudar as pessoas, recebo muitas cartas de pessoas dizendo que “Bleeding Love” as ajudou verdadeiramente. E se conseguimos isso, então tudo vale a pena”.